sábado, 20 de novembro de 2021

Do (simples) poder do amor...



Nosso maior poder, o maior dos nossos sentimentos, e tudo que nos fortalece e nos dá energia, prazer e alegria ao coração, é o amor!

O que de melhor podemos fazer sem nos empobrecermos e sem causarmos mal à natureza, à humanidade, é doarmos amor, sem limite e sem ver à quem.

Mas é importante por em prática uma lição que todo bom professor conhece: para conseguir o sucesso pleno do aluno, é preciso estar devidamente preparado, de tal modo que conheça as necessidades do educando, possibilidades e capacidade; dons, talentos, aptidões e interesses... O mesmo na amizade.

Para se viver uma boa, duradoura e grande amizade, é preciso conhecer a pessoa que consubstancia o amigo, suas necessidades, possibilidades e capacidade; dons, talentos, aptidões e interesses. Não menos assim, no amor.

Quanto mais se conhece a pessoa que se ama, maiores são as possibilidades e a capacidade para torná-la feliz. Isso requer, também, conhecer suas deficiências, manhas, carências, potencialidades, virtudes e qualidades...

Tudo isso, entretanto, quer seja o professor, o amigo ou o amante, de nada valerá se cada qual não tiver consciência de quem é, suas limitações e possibilidades, e do quanto está preparado e amadurecido para ser e viver feliz, fazendo brotar e florescer no corações do outro, aquela aprazível e gostosa felicidade, que sempre rejuvenesce e remoça tudo - da alma, ao coração, de quem ama e de quem é amado.

O aluno que se sente amado, tem sucesso garantido. E o professor que o ama saberá facilitar sua caminhada... e o êxito de um, será o sucesso do outro.

O amigo que se vê amado, ama de igual modo. E a amizade é louvada.
O amor... Bem, amar devia ser a primeira lição a se aprender, porque, na vida, desde tenra idade, o que mais se ouve é o axioma, a máxima irrefutável, de que deve-se amar ao próximo como a si mesmo...

Amar em silêncio ou que seja em gestos e manifestações clarividentes, vá lá que seja, mas o importante é Amar! Quanto a mim, por exemplo, tudo bem, que me crucifiquem por jamais ter sido amado, mas não digam que amei pouco ou que nunca amei, pois, no amor, sempre fui compulsivamente exagerado.

Que não me deixem mentir... as flores!"

- jose valdir pereira -


Do livro: Crônicas e Poemas com Flores", por jose valdir pereira.




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