domingo, 25 de abril de 2021

A mais bela...

 

"...A mais bela,
que exprime, imprime e desvenda desejos e fascínios,
se enrijece quando tocada com a ponto da língua;
se assanha com o toque dos dedos;
em mim, dá-me afagos e vontades, deixando-me enlouquecido;
é o desejo supremo da prole que vinga;
é o rumo, o norte do caminho do desejo em desalinho;
é, de todas, a maior beleza sagrada, alinhada e esculpida,
gesto do deslumbrado Deus - no Seu maior louvor à alma feminina!"

(jose valdir pereira)



sábado, 24 de abril de 2021

Girassol


É uma flor que estimula o amor e a vida feliz




 

Aprendendo com Jesus Cristo


 

 “O Senhor o deu, o Senhor o levou: louvado seja o nome do Senhor!” 

JÓ:1:21b

 

“Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar?

Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. 

Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. 

Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.” 

 

Mateus 5:13-16)

quinta-feira, 22 de abril de 2021

Aprendendo com Jesus Cristo

 Jesus renovou a nossa aliança com Deus com o seu sacrifício na cruz , seu sangue derramado nos trouxe novamente a chance de termos uma ressurreição e uma vida eterna.


"Eu sou a Ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês nisso?" (joão 11.25,26)

Esse é o amor...

 

O amor que não magoa, que não fere, que não faz chorar, que não deixa desprezar, que acuda e acolha...


O amor que compreenda, que ama, que chega junto, que perdoa, que volta pela mesma porta que saiu - e sempre - ; o amor simples ou, simplesmente, um simples amor; O amor que faz a partilha da alegria, da tristeza e que não rejeita a esperança de uma nova vida, quando tudo desaba e nos sentimos sozinhos, cheios de angústia e desolados; o amor do bom vizinho, da lavadeira, do homem que nos olha sorrindo triste a pedir uma gota de carinho; o amor de quem prega a palavra do evangelho, sem tirar nem por; da velhinha que passou e só depois notamos quem havia passado;


O amor de uma borboleta, de um passarinho, de uma planta, de uma flor; O amor dos anjos, das crianças, do homem de fé; do mendigo, do palhaço, da chuva, do céu, do mar; daquele que vem dos amores constantes, distantes, sonantes e dissonantes, mas firme e verdadeiro, sem fim e sem meias palavras; o amor do verão, da primavera, do outono ou do inverno, mas que seja pra valer; o amor que viva na pureza da alma, nos lagos longe do alcance dos nossos olhos, das mãos, mas que o sintamos no coração; 


O amor que encanta os sonhos, os pensamentos dos poetas, os versos da poesia romântica, lírica; O amor que habita o coração das mulheres amadas, amantes e apaixonadas, e que se dão, se entregam por inteiro, corpo e alma, sem medida, como quer e deseja o amante, a amada; o amor que dá saudade, que esplode de alegria ao ser reencontrado, porque pensava estar perdido; o amor que vem ao amanhecer, puro e singelo, verdadeiro e perfeito, à mercê das flores e do cheiro devorador; ah, gostoso amor!


O amor que vem e vai e que chega sempre em todos os momentos que o queremos, que nos suporta, comporta, importa, conforta. O da boquinha da noite, ou àquele que nos desperta quando os passarinhos e as manhãs chegam nos oferecendo um novo dia; o amor que saiba abrir a porta quantas vezes precisemos; que devora na cama, nos seus braços, abraços, beijos, suado, molhado, atiçado, a qualquer hora...


O amor que começa, mas não termina, muito menos numa mesa de bar, numa noite de luar, na sessão do cinema, no final de um programa; O amor da canção, que passeia nos acordes do violão, e o da insinuada fisgada nos olhares cavilosos, cheios da libido e de tesão, que escapuliram do coração; o amor pela natureza e de tudo que nela há e dela vem; o amor da amizade, da mulher que amamos, dos nossos filhos, dos pais; o amor de todos...
Enfim, o amor de Deus, esse, nosso maior e melhor amor! 

(José Valdir Pereira)




 

Sobre o que aprendemos...

 

A vida é mesmo isso. Ensina-nos tanto e intensamente...
Exemplo disso é o grande e simples fato de, mesmo que amemos o contrário, não tiramos o amor do coração; 
Até podemos sorrir, quando nos dizem não; 
Ainda, muitas das vezes quando curtimos mágoas, o tempo dissipa tudo e vem o rir de tudo; a vida ensina a sermos forte quando os que amamos estão com problemas;
Instrui a amarmos aos que nos machucam ou querem fazer de nós um depósito de suas frustrações e desafetos; 
Aprendemos,também, a pedir perdão; a sonhar acordados e a voltarmos a acordar para a realidade (sempre que for necessário); 
Desta maneira é a vida. Ensina-nos a sermos melhores;

A bem da verdade, vivência nos dá ensino para aproveitarmos as dádivas, sabendo que existe um amanhã ou não. Tudo se resume ao fato de aceitarmos as circunstâncias das escolhas feitas. E este é o maior presente que posso, podemos ter. 

Assim sou e são as pessoas que amamos, que chegam aos nossos corações, sutilmente. 

- jose valdir pereira - 





Nossa língua

 Não permita que o português incorreto prospere, proliferando o número de analfabetos funcionais.

- jose valdir pereira - 

Nós, os que ficam...

 
Nós que ficamos, temos saudade.
Uma saudade que dói. É a falta, a ausência, as lembranças, as recordações, o amor inigualável, intocável, inaudível, incomunicável, a lacuna que fica. A amiga, o amigo. Aquele ou aquela que nos dava afagos, conselhos. O perdão.

quarta-feira, 21 de abril de 2021

A magnitude da flor




 

Dormir a vida pra quê, se podemos cultivar os lírios?

 

Não gosto de dormir; tenho a impressão que a vida passa mais rapidamente e a morte chega mais perto. Se pudesse, bebia todas, comia todas, via a lua nascer e sumir. O sol ir e vir, até a primavera voltar e o outono, também.

 Adoro outono. É pra ver as folhas caírem. Passa-me a ideia de renascimento.

Já viu uma gaivota voando no infinito do céu azul? Já viu uma centopeia seguindo seu caminho? Que paciência, não? Parece que nunca vai chegar, mas ela sabe que vai. Quando custa ao beija-flor polinizar a flor? E porque todas as águas doces correm para o mar? E por que o mar continua salgado? Parece coisa de gente. Tanto carinho recebe e continua salgada.

 Por que o mundo é doido? Ora, também pudera, cheio de gente doida. Sabia que você é também desajustado, desmiolado, desequilibrado Não adianta se esconder atrás desse sorriso. Um pouco mais ou um pouco menos, mas é. É por isso que a vida é desassossegada, atribulada e corrida, cheia de gente pressurosa. Você está parado, mas doido pra correr, freneticamente. É ou não é?

 E como mudar? Se forem para a roça, vão queimar o roçado, dizimar o pouco do verde que sobra e a fauna some. É melhor mesmo ficar na cidade, pensando que é são, vendo a vida passar, e descuidado, como disse o Raul Seixas, com a boca escancarada esperando a morte chegar.

 (José Valdir Pereira



 

segunda-feira, 19 de abril de 2021

Feliz Aniversário Roberto Carlos - 19 de abril

 

Cresci ouvindo as músicas de Roberto Carlos. Tempo da Jovem Guarda. Procurei logo, ainda tenra idade, aprender a tocar violão. Meu desejo era ser cantor. Aprendi bem depressa. Mas em Porto Velho não havia como se tornar cantor. Então, fiquei tocando nas rodas de amigos, em algumas festas e bailes e casas de amigos. Até cheguei a compor algumas músicas, no estilo Roberto Carlos (você me segregou, jogou fora meu amor e agora quer voltar, ah, foi uma pena, o amor não se sustenta, quando não se sabe amar...). Eram esses os primeiros versos de uma das canções que fiz. Meu bairro, Olaria, só gente da música: Lairto, Jonas, Piabinha, Bado (veio depois) Beto, Casemiro (excelente baixista) Airton (cobra na guitarra), Carlinhos (sabe tudo de jovem guarda até hoje). Muitos. Eram muitos os meninos talentosas da Olaria.

 Eu adorava cantar e tocar violão. Hoje, algumas canções do Roberto Carlos ainda sei "levar", agora um pouco no piano também. Não acalento mais o sonho de ser cantor. Agora, são outros os sonhos. A vida é movida por sonhos. Por isso, os tenho.

 Ouvir Roberto Carlos sempre me faz lembrar meu primo José Airto Leite, ano passado vida ceifada pela tal da Covid 19, que estudava engenharia na UFPA, em Belém, e sempre nas férias, em Porto Velho, depois de sua casa, no outro dia, bem cedinho, ia tomar seu café lá na minha, na Olaria, e logo me pedia: Valdir, toca aquela. Aquela, era a música do Luiz Airão, que Roberto Carlos gravou e que foi um dos grandes sucessos do rei "Nossa Canção". Foi uma das primeiras que aprendi a tocar. E penso que quem toca violão, sabe tocar esta música.

 Quando Roberto ganhou o festival de Sanremo na Itália, com a música Canzone Per Te, de Sergio Endrigo, eu quis logo aprender a cantar esta música. E o faço muito bem até hoje. Momento inesquecível do rei.

 Depois, a partir de 1970/72, o rei passou a se dedicar às canções românticas e eu aprendi com ele a ser romântico e sonhador.

 Até hoje, além do violão, sou apaixonado por outro instrumento: o piano. Ainda não sei tocar como toco violão, mas vou levando, aprendendo.

 Mas, música à parte, segui muito o exemplo de vida de Roberto Carlos. Uma pessoa sempre simples e humilde, modesta e fiel ao seu público, honrava seus compromissos no sentido de, todos os anos, oferecer uma gama de músicas românticas, inéditas, ao seu fã-club. Eu, um de seus ardorosas fãs, inclusive acompanhado por minha amada mãe (hoje no céu), ficávamos à espera, sempre ansiosos para ouvir os novos sucessos do rei. Quem primeiro nos mostrava essas músicas era o programa do saudoso radialista Osmar Vilhena, na Rádio Caiari, a pioneira de Rondônia, criada pelo meu saudoso amigo Vitor Hugo (por todos chamados: Pe. Vitor Hugo).

 E quando as músicas de Roberto Carlos começavam a rodar na rádio (só tínhamos uma em Porto Velho), o LP chegava nas lojas de discos, a garotada (eu, um deles) começava a querer aprender a tocar e a cantar as novas músicas, aqueles novos sucessos. Sucessos garantidos mesmo. Roberto Carlos quando lançava um LP (hoje CD), já havia vendido um milhão de cópias.

 Mas a vida do rei, a vida sentimental, não foi tão bem sucedida como o fora sua vida de cantor. Um dos filhos, o "Segundinho", depois que nasceu teve que passar por uma cirurgia nos olhos, tendo hoje uma visão de apenas 10% em um dos olhos, se mais, apenas um pouco. Sua primeira mulher, Nice, morreu de câncer, não teve um relacionamento tranquilo com a "Atriz" Miriam Rios, e aquela que ele amou tanto, o amor de sua vida, Maria Rita, veio a falecer de câncer, fulminante e inesperadamente.

 80 anos. Nosso Frank Sinatra (New York, New York) com suas "Emoções", continua vivinho, em forma, com a mesma voz e mantendo a mesma  performance que é exigido a um cantor de sua nobreza.

 Claro que Roberto e Erasmo, seu eterno parceiro musical, continuam compondo formidáveis canções, canções românticas e de amor. Mas, acredito que se colocasse na praça suas preciosidades, dado o atual ouvido deselegante da humanidade, seria apedrejado, chamado de cafona, alienígena, obsoleto e anacrônico.

 Que continuemos "Além do horizonte", no "O amor é a moda", "Na paz do seu sorriso", cantando com Roberto suas belas canções, "As canções que você fez pra mim", no embalo de "Jesus Cristo", que ele cantou para o Papa, o melhor e maior de todos os tempos, João Paulo II.

Parabéns, Roberto. 80 anos, cheios de emoções, não é pra qualquer um. É um presente de Deus aos iluminados.

 - jose valdir pereira -



Do gostar....

 Goste de mim de qualquer jeito.

Se gostar só porque eu lhe gosto, aí é troca de gostar!




sábado, 10 de abril de 2021

Salmo 127

 

Edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.
Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus amados o sono.
Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão.
Como flechas na mão de um homem poderoso, assim são os filhos da mocidade.
Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, mas falarão com os seus inimigos à porta.

Salmos 127:1-5






quarta-feira, 7 de abril de 2021

Amores falsos, amores verdadeiros

 

"Só devemos falar que amamos alguém, quando tudo em nós concordar; da alma ao coração.  Que nenhuma dúvida paire sobre este nobre sentimento. Porque, não existe amor no coração de quem esquece facilmente aquele que diz amar - a vida tem muito disso: amores falsos e amores verdadeiros!"

(jose valdir pereira)


                                                          Mark Arian








Precisamos amar e ser amados

 

 

“O desespero, a mágoa, a tristeza, a raiva, a solidão, tudo que diz respeito ao coração e à mente, pode ser superado. São fragmentos da vida e seus instantes são efêmeros; ao contrário da fome - fome por não termos o que comer, nem o alimento da alma, nem o alimento do corpo. Neste caso, temos que sair, buscar aquilo que só existe no mundo exterior, em alguém. Por isso, precisamos amar e ser amados"

(jose valdir pereira)



Dou-me a ti...

 Ainda que pouco a pouco, dou-me a ti por inteiro todos os dias!

- Jose Valdir pereira - 



Por que não vês ainda o quanto és...

 

"Só mais tarde vais perceber que eras linda, sábia, rica, nobre, gentil e eivada de amor - do amor da carne, da alma, do coração, do sagrado e dos consagrados; só mais tarde porque, à época, ainda não te conhecias. Mas, por que ainda não vês o quanto és? "

(jose valdir pereira)

São João Bosco

                             Não tenha medo. Nossa Senhora nos enviará tudo o que for necessário.


Da importância de ficar isolado do mundo por algum tempo

 

"Nem sempre estar só é não ter companhia; 

e nem sempre ter companhia é não estar só. 

Às vezes, nada impede que nossa alma e nosso coração mergulhem no vazio da vida, da solidão... e até preciso é;

às vezes, aparecemos melhor depois de nos excluirmos do mundo para encarar nossa incapacidade de dialogar com os nossos quês e por quês...

Às vezes!"

(josé valdir pereira)




...De sermos felizes no amor.

 

"Se não fizermos o que pede, insistentemente, nosso coração, é como se quiséssemos perder, de vez, a oportunidade de sermos felizes no amor!"

(jose valdir pereira)




quinta-feira, 1 de abril de 2021





DO SEU TAMANHO

 Mesmo longe do ser avançada, a exemplo de quem se diz o iluminado, da sabedoria que o tempo já deu à humanidade, imergida na sua puerilidade, sem saber a grandeza de sua ingenuidade, inocência e verdume mental, ela tem ciência dos caminhos a percorrer, do ruído que desfere a distância que tem das coisas que lhe dá a natureza do seu tempo, ela sabe estar incontida na sua alegria de viver, no seu mundo infantil, com seus sonhos e fantasias, sem se importar com o tempo que lhe é estranho, o tempo dos grandes.

-  jose valdir pereira -