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Mostrando postagens de Março, 2012

Doce e abençoada amizade...

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Sempre no meu coração, na poesia e nos pensamentos! "Doce, abençoada e inevitável é a amizade - e não menos, o amor - que nos fazem bem ao coração e à alma; que nos dão paz e a certeza do momento seguinte ser seguro e sem perdas:  na vida!"   (jose valdir pereira)

Ode à amizade (ao amigo)

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"Um amigo pode ser Deus disfarçado, cuidando de você! Será que existe algo mais importante e vital na nossa vida que um amigo? Olha, no meu parecer, penso que não. É porque o princípio de tudo é a amizade. Veja o porquê: até sua mãe, se não for sua amiga, ah, que pena terei de você. Seu pai, sua irmã, sua esposa, seu filho ou filha...Se seus amigos, uma delícia, vida tranquila e muita paz e muito amor. Do contrário, olha só o tamanho do inferno e olha só o fogaréu...Não é fácil...Sobre vizinho, nem é bom tocar...Você já teve um vizinho com o qual não gozasse de uma boa amizade? Já? Então você já visitou o inferno, soube o significado do termo "amigo da onça" e já deu voltas e voltas no quarteirão só para não se encontrar com ele, na mesma rota. Portanto, "tudo" é "nada" sem uma amizade. Amigo nota de longe quando você vem, sente quando você está passando por problemas e adora lhe ajudar. Mas é uma ajuda despretensiosa, gratuita e espontân

Ensine-os a ler...

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ENSINE-OS A LER Quer encontrar todos os caminhos,  abrir todas as janelas, sentir todos os aromas,  ver a cor, o gosto e o prazer do amor, onde se esconde a paz, o sono, os sonhos, o prazer da vida, o céu, as flores, o paraíso, o amor?  Leia! leia tudo:  os lábios, os gestos, o sorriso, os sussurros, a dança, os desejos do corpo, a linguagem do coração... Leia:  as pedras rolando, o vento uivando, as flores se abrindo, a criança sorrindo, o amor pedindo... as ondas do mar, a relva viçosa, o pomar tomado de mel, o saltitar dos peixes, o titilar dos passarinhos... Leia, leia também, livros! (jose valdir pereira) Ensine-os a ler... A leitura eleva os pensamentos; dá-nos a possibilidade de viagens inusitadas e encantadoras; revela o inexplicável, descortina o céu azul distante, o além mar e o seu interior enigmático, as proezas do coração... Adentra florestas serradas, serras e colinas; vislumbra amores e fantasias, apaixona e permite um

Fortaleza dos menestréis

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EU TE AMO, FORTALEZA! Enquanto houver céu estrelado,  luar suave e manhoso,  estrelas se espreguiçando,  querendo acordar,  um mar que banha a cidade nos beijos amorosos de suas ondas  e o sol solitário por detrás dos montes se ajeitando para dormir,  um poeta escreve para sua amada,  desenha no papel seus sonhos em dois corações entrelaçados,  e rabisca, rabisco por rabisco, a poesia que brota do seu coração,  frase simples, mas que é, para o poeta, menestrel do amor,  o melhor poema de sua vida: eu te amo Fortaleza!"  (jose valdir pereira)

Que procuras?

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Gardener by All Tsank O que procuras? - O amor. - Não vais encontrá-lo assim.  O amor foge das atitudes indelicadas,  não convive com a aspereza das palavras e prefere a solidão as torturas da liberdade efêmera e inconsequente... é paciente, compreensivo, mas não tão aos extremos... por que sê-lo-ia, tornando-se sempre vítima e objeto de exploração? Não, não chegas ao amor assim. Seja sutil, educado, sincero (mas sem ser inconveniente),  amigo (sem segundas intenções)...E nem fale, nem escreva de forma excessiva; o amor não é prolixo, fastidioso... e nem lacônico, de tal sorte, dado ao silêncio. Mas prefere a linguagem dos acenos: um olhar, uma mão estendida,  um mexer nos lábios, nos olhos... E uma só frase, uma frase só, já diz tudo: eu te amo! Se disser mais, nada mais importa.  Se não disser, está no aceno!" (jose valdir pereira)

Hoje, dia da poesia, não quero fazer poesia. Só amor!

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Ornella Muti in Mort d'un pourri (1977) Hoje, dia da poesia, não quero fazer poesia. Só amor! Preciso viver poesia, quero entrar, sentir toda sua exuberância, sua languidez e me retorcer, torcer e estremecer nos seu entorno, no seu âmago, na sua intimidade, no seu corpo... preciso parar um pouco para senti-la toda, inteirinha, na minha vida, e não mais, pelo menos hoje, tomá-la nos meus braços, somente como tem sido, em carinhosas, amorosas e desejadas linhas... desperta-me ela, hoje, mais que outras vezes, assumir esse amor incontido e apaixonado que sempre sentiu meu coração, meu corpo e minha alma por ela... Ó poesia! Não, hoje não!, escrever-te, poesia, hoje não! Hoje quero te amar, porque tu estás sempre em mim, beijando meus lábios, tocando meu corpo, atiçando meus desejos e, o que tens de mim? Apenas linhas, palavras, papel, declamações, leituras, sarais, canções... Hoje serás minha amante. As flores serão tuas, meus beijos e meus suss
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A poesia e tudo o mais que a mão de Deus orientou-me escrever aqui neste blog,  no meu site www.josevaldir.com e nos livros meus:  histórias, estórias, pensamentos, frases, contos, romances e versos de mim,  saídos de lá, da mais tenra e meiga ternura do meu coração,  cercado de rosas e com o melhor perfume das flores... são um presente para você! Leia-o , leia-me , leia-se , leia-os... Leiam-me... O que está escrito é uma obra de arte. A palavra escrita é a arte do escritor. É uma tela sem pintura. A tela é a sua imaginação, a partir das palavras do poeta. Você pensa, imagina, constrói  a partir das palavras que o poeta escreveu e aí vem a sua própria criação.  Você passa a ser o criador.   A palavra sem sua interpretação é como uma pintura sem seu olhar.  Espia, então, leia as minhas palavras; constrói a tua obra de arte;  compartilha comido este tempo divino, mas não as leve de mim, porque tenho alma e coração, porque dos meus olhos saem lágrias,
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Sophie Anderson (English, 1823 - 1903):  Girl with a slate  QUEIXARIA ÀS FLORES Se tudo possuísse e não a ti, me queixaria às flores! Se fosse meu o céu cheio de estrelas, um luar encantado e não tivesse a ti, me queixaria às flores! Se pudesse desfrutar de todos os bens da terra e não do teu amor, me queixaria às flores! Se houvesse vida eterna e não fosse indelével o teu amor por mim, me queixaria às flores! Se o perfume das flores não fosse igual ao teu, me queixaria às flores! Se a noite caísse no meu leito e eu ainda sem ti, me queixaria às flores! Por que às flores? Um dia qualquer, se quiseres me encontrar, veja as flores, é nelas o meu lugar; são delas o meu perfume, a maciez da minha pele, a meiguice do meu olhar. Nada que não seja delas é meu e tudo que posso vir-a-ser delas virá; das flores vivo e só a elas sei amar! (jose valdir pereira) A suavidade dos teus passos, a ternura das tuas palavras, os pensamentos q
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EM AGONIA... Um gemido, outro mais, a dor, esvaecido, esvaído, e um “ai” desesperado... Um soluço, o apego, o apelo, olhos marejados; as lágrimas, o rosto cansado, surrado, dorido... Os ais! Ninguém por perto; decerto, só um anjo, o da guarda. De repente, uma fagulha ainda acesa na vastidão do vazio da pouca vida que lhe resta,  brilha no seu coração. Outro soluço, outro olhar do pouco que lhe restou dos olhos seus, apenas o abrir, o fechar. Uma agonia, a esperança no homem de branco. Um olhar, outro e outro mais, pede socorro, implora carinho, achego e outro apelo esboça no semblante, que não consegue resistir a dor; a tanta dor. Estava num hospital! Era um paciente especial; era meu pai!  - jose valdir pereira - 

Agradecido, mãe!

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"Tu me fazes lembrar a ternura de uma flor!" (jose valdir pereira) AGRADECIDO, MÃE! Quando penso que estou só, desolado, sem esperança, sentindo a angústia do sofrimento, a tristeza da solidão e a fome de carinho, eis que aparece alguém que tudo me legou;   que muito me ensinou: até como sofrer, sentir dor... Na alegria ou não, perto ou longe, está sempre alerta, de prontidão; é dela minha vida, é seu meu coração! Gosto de olhar seu rosto, às vezes feliz, outras não, e nem sabe que agradeço no olhar, todo aquele amor que vem, que sinto no seu sorriso, nos seus beijos e nos seus abraços!"  Agradecido, mãe! Dá-me sempre o seu acalento, sua canção de ninar! (jose valdir pereira)