o poeta

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o poeta e sua mamãe

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Da ignorância




Não posso conter tua ignorância com toda essa aspereza que carregas nos teus gestos...
Há em meu coração a esperança de que estarei incólume com meus gestos de carinho, gentilezas e amor...
Senão, a vida não valeria a pena!
Dou-me por feliz se já me ouves...
No mais, deixo o tempo decidir e à paciência, os termos da espera...
porque não há nada viver, que seja eterno...tudo é movimento: a vida, o amor, a ignorância, a beleza, a saúde, a alegria, a tristeza, a feiura, a bondade, o ser amargo, doce, infeliz...(jose valdir pereira)




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