"Impossível deixar de amar as flores dos jardins, e essas todas que nos deu a natureza; são todas belas, perfumadas e viçosas; nos encantam e possuem inefável deslumbre;
Impossível não ser feliz com todas as belas canções que os gênios da música compuseram para deleite da humanidade;
...E que belas obras de arte (e de literatura) nos legaram esses inenarráveis homens, essas indizíveis mulheres, criaturas de corações sensíveis e cheios de divindades...Ah, quanta vida há...
...E quanta vida há nessas belas histórias de amor, nessas alegres comédias, nessas grandes aventuras, momentos inesquecíveis do cinema, a sétima arte, que dá vida à vida e nos faz reviver e querer viver, melhor e mais, essa tão bela vida...
...E dessa magnífica expressão corporal, aconchego dos corpos, da alma, encontro e reencontro de corações, eivados de paz, por estar nos braços do amor...
...E o magnífico esplendor do universo, do céu iluminado, das belezas da natureza, das obras que desfrutamos em cada adormecer, nos sonhos, e em cada amanhecer, ao sentirmos a luz do dia entrar na nossa alma e no nosso coração...
Isto é apenas uma gota do que é a vida, vida de poucos, porque, a maioria não procura saber o que ela, a vida, tem de especial, de melhor, para ser vivida, sentida...
A vida? Que vida? Só quando nos damos conta da aproximação dos últimos suspiros...
Não, por favor, não regulem a vida - deixem-na solta, livre, liberta, com o cheiro do amanhecer tomada pelo orvalho, com o perfume inebriante das flores, com o sorriso da paz e a beleza do amor!"
(jose valdir pereira)
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