"... Ao meu amor, que
não voltou porque nunca veio e, assim, sem piedade, derramou todo o meu amor
rio afora, sem tomar nenhuma gota como quisera eu na desdita da minha alma
apaixonada e ferida;
ao meu doce e divino amor,
que nem notou amor dado nos meus olhos, lábios meus sedentos dos beijos seus e
sorrisos para despertar sua vontade de me amar...
ao meu amor, meu mais
profundo amor, para que saiba que um dia alguém lhe amou...
Ao meu amado amor, uma
flor, para saber que eu vivo por um grande amor!"
(josé valdir pereira)
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