o poeta

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o poeta e sua mamãe

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Do amor ingênuo, puro e sincero...






Dei-te uma flor amarela,
e quando chegou às tuas mãos,
dei-me a ti, também, moça formosa e bela,
dei-te, também, nessa hora, meu amor, meu coração...

É tão gostoso viver te amando assim...
por entre as flores, nessa relva, nesse ninho, nosso aconchego,
nos teus beijos, nas tuas carícias, 
no teu, do meu jeito, com todo esse fervor...

Porque preciso de ti, como vive a precisar, 
o orvalho, a flor, 
a canção, o cantor, 
a poesia, o poeta...
o mar, os rios,
os rios, lagos e igarapés, 
e eu... o teu amor,
amada e desejada moça-mulher.
(jose valdir pereira)


2 comentários:

  1. Bom dia meu lindo poeta!!! Quanta saudade de vc!! Não te encontrei no orkut!! Que pena!! Beijos de sua amiga.

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  2. Bom dia, querida Socorro!
    Que prazer enorme encontrar sua mensagem aqui.
    Obrigado.

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