o poeta

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o poeta e sua mamãe

domingo, 8 de janeiro de 2012

Não, meu amor!




Não meu amor, não perturbe as ternas e tenras doçuras do teu coração, motivada por esses pequenos desejos que ecoam do teu instante nobre e acolhedor, obra da tua alma pueril, instada pelos encantos das deusas.

Sei que precisas mais que instantes, mais que suaves e escassos toques, mais que acenos e imprevisíveis gestos de ternura, mais que todos os beijos de uma noite, mais que mil declarações de amor.

(josé valdir pereira)

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